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Mostrando postagens com o rótulo vegetarianismo

Onde, onde, onde eu estive?

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Cabelo novo que já está velho Três meses sem uma única palavra aqui, uau. Se eu sentar e tentar conceber quanto tempo são três meses, não consigo. De fato, se tentar conceber quanto tempo são duas semanas, não consigo. Tempo se tornou uma noção difícil para mim. Bem, já era, mas costumava ser um vazio completo e eu não me importava; agora, é como se eu estivesse sempre pensando "Eu deveria saber, eu deveria saber" e as palavras formassem um emaranhado de resposta nenhuma. É bem assustador se eu der espaço para isso na minha cabeça. Neste intervalo de três meses, as coisas foram agitadas. Sair de recaídas é um pesadelo. Dói – não há outra palavra, nada mais poético para dizer; simplesmente dói. Mas eu fiz e, pelo menos na minha percepção, minha relação com a comida evoluiu muito. Não sei a equipe pensa. Acham que fiz progresso? Ou que eu não estou fazendo o suficiente? Não faço ideia. Se começar a pensar, fico triste, então é melhor ignorar. Mas eu sinto que progredi....

Encontrei meus amigos na manhã passada

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Este vai ser um post longo. Se quiser algo mais objetivo, aconselho a ir direto para a lista com marcadores ali embaixo! Eu estava ansiosa por ontem. Por um mês inteiro, não consegui parar de pensar em ver a equipe de novo. Muitas vezes, disse a uma amiga: "Não posso fazer isso sozinha, eu preciso delas". Quando as coisas ficaram muito difíceis, não pela comida, mas por causa de certas obsessões que tenho, segurei, com as duas mãos, perto do coração, a turmalina negra que minha nutricionista me entregou. Quando tive que me acalmar e esperar que pensamentos ruins passassem, fingi falar com a psicóloga. E minha psiquiatra sempre estava por aqui, para me lembrar de que não vou voltar para a enfermaria psiquiátrica toda vez que me senti assustada e ansiosa por causa disso (o que aconteceu muitas, muitas vezes). A verdade é que são, como meu pai e eu falamos algumas vezes desde há alguns meses, realmente anjinhos na minha vida. Confio nelas tão inteiramente. Sei que não...

Pensamentos suicidas, consultas e mudanças

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Esta é uma atualização geral, como eu sei que tenho agido estranho recentemente e as coisas ficaram fora de controle. Apenas alguns posts atrás, eu disse que a anorexia não era mais o maior problema na minha vida, e eu realmente me sentia assim, mas as coisas durante a recuperação acontecem tão depressa. A anorexia não é a questão principal agora, mas ainda está aqui, ainda grita, e ainda afeta como eu sou e lido com as coisas. Hoje, fui ao hospital, como em todas as terças-feiras, mas o dia foi mais ocupado do que o habitual. Eu vi minha terapeuta duas vezes, a psiquiatra, a endocrinologista e também a minha agora ex-nutricionista. Ela está deixando o trabalho e hoje foi uma despedida, mas espero vê-la novamente um dia. Ela é realmente um dos meus seres humanos favoritos e tem uma maneira tão doce de me confortar. Vou sentir falta dela, mas vou continuar acompanhando o trabalho pela página  dela. Como ela disse, a vantagem é que agora podemos ser amigas, em vez d...

O que recuperação não é (e o que ela é)

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Eu falei um pouco sobre as expectativas versus a realidade na recuperação neste post , mas gostaria de escrever algo mais sobre isso, porque, antes de começar a minha recuperação, tentei entender como seria através dos blogs de outras pessoas e das contas do Instagram, e acabou que aquelas eram coisas tão distantes da realidade. Através do meu blog, não quero que as pessoas tenham uma ideia errada do que é a recuperação. Da mesma forma que eu não quero fingir que os transtornos alimentares são maravilhosos, porque estão longe disso, não quero fingir que a recuperação acontece de forma perfeitamente ordernada, então, isso não é para ser uma postagem desanimadora, mas um olhar mais realista no que é como se recuperar de um transtorno alimentar. 1. A recuperação não é sobre enaltecer seu eu mais doente Especialmente na comunidade de recuperação no Instagram, e durante a Semana de Conscientização da NEDA, vejo isso muito. Pessoas que mencionam em seus perfis quantas vezes foram ...

Vegetarianismo e veganismo em transtornos alimentares

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Eu sou vegetariana. Antes de começar minha recuperação "oficial" com uma equipe de tratamento, eu automaticamente precisei considerar a possibilidade de ter que quebrar minha dieta vegetariana e comer carne. Eu acreditava que meu vegetarianismo não era influenciado pela anorexia nervosa, e que me tornara vegetariana porque eu cresci no campo, cercada por animais, e comê-los sempre me fez sentir horrível. No entanto, eu estava ciente de que a minha percepção de minhas próprias ações poderia ser influenciada pela doença. Eu pensei "Se me disserem que preciso comer carne, então eu vou ter que fazê-lo". Era um grande medo meu, mas estava determinada a fazer o que a equipe sugerisse. Quando eu estava sendo entrevistada na triagem, eu disse que era vegetariana. Foi-me perguntado "Por quê?" Mesmo depois que comecei o tratamento, nas primeiras semanas, fui questionada várias vezes por minha nutricionista e terapeuta, mas também por minha endocrinologista e...