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Mostrando postagens com o rótulo recaída

Gratidão e Desafios

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Olá, todo mundo! Como estão? Eu sinto muito pela ausência. Na verdade, eu deveria parar de dizer isso. É tão frequente, haha! Na esquerda, minha irmã!! Ontem foi aniversário dela, então escolhi esta maravilhosa foto da Débora (a.k.a. eu) cheirando o cabelo da irmã para encerrar o ano. Parabéns, de novo! 29 anos, é isso aí! + + + + + Devo dizer que não tenho me saído muito bem em relação ao meu transtorno alimentar. Como mencionei no meu último post, tive que dizer adeus à minha antiga psicóloga, a quem eu era muito (muito) apegada. Isso também coincidiu com a confirmação de que eu não poderia ir para a universidade apesar de todos os meus esforços, e a notícia de que eu teria que mudar para uma casa diferente. Eu não lido bem com mudanças, então isso foi mais do que suficiente para me deixar muito estressada. Além disso, também tive problemas com a psicóloga que vi depois, como também escrevi. Atualmente, estou vendo outra psicóloga na Santa Casa da Misericórdia. E...

O Inferno de Agosto - e setembro indo por aí

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A vida não tem sido fácil ultimamente. Eu quero escrever sobre tudo, mas a verdade é que não sei se conseguiria. Não consigo lembrar da sequência de fatos e minha noção de tempo já é praticamente inexistente, então vou escrever outro discurso meio torto. Tudo como de costume, eu acho. Não sei se alguém ainda lê este blog, já que minhas atualizações são tão erráticas... mas eu prometi que manteria isto aqui ativo até o dia da minha alta do CETTAO. No mês passado, fui surpreendida pela notícia de que minha psicóloga deixaria a Santa Casa , o que, evidentemente, significava deixar de ser minha psicóloga. Ela estudaria para ter seu o mestrado. Eu obviamente não podia ficar brava com isso; ela contou várias vezes sobre o curso que queria fazer, era obviamente muito importante para ela. No entanto, foi chocante. Foi repentino. Doeu. Eu tive uma semana para me preparar para dizer adeus e não sei explicar como me senti naquela semana, exceto que tudo ao meu redor estava muito long...

Onde, onde, onde eu estive?

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Cabelo novo que já está velho Três meses sem uma única palavra aqui, uau. Se eu sentar e tentar conceber quanto tempo são três meses, não consigo. De fato, se tentar conceber quanto tempo são duas semanas, não consigo. Tempo se tornou uma noção difícil para mim. Bem, já era, mas costumava ser um vazio completo e eu não me importava; agora, é como se eu estivesse sempre pensando "Eu deveria saber, eu deveria saber" e as palavras formassem um emaranhado de resposta nenhuma. É bem assustador se eu der espaço para isso na minha cabeça. Neste intervalo de três meses, as coisas foram agitadas. Sair de recaídas é um pesadelo. Dói – não há outra palavra, nada mais poético para dizer; simplesmente dói. Mas eu fiz e, pelo menos na minha percepção, minha relação com a comida evoluiu muito. Não sei a equipe pensa. Acham que fiz progresso? Ou que eu não estou fazendo o suficiente? Não faço ideia. Se começar a pensar, fico triste, então é melhor ignorar. Mas eu sinto que progredi....

Última semana de 2017 e Ano Novo

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Olá a todos! Como estão? Espero que tenham tido uma boa vinda de ano novo. Passei com meus pais e irmãos em casa. Minha avó nos visitou, mas estava muito cansada para esperar até a meia-noite, então voltou para casa. Minha irmã foi à praia com seus amigos. Mas quero escrever sobre a última semana de 2017, porque é difícil para mim. Não é apenas Natal e véspera de Ano Novo, mas também aniversário do meu pai (26) e da minha irmã (30). Vou ser rápida sobre isso, já que tudo que quero é atualizar em relação a como as coisas estão indo. No Natal, sofri um pouco com as rabanadas. Eu adoro e por isso é assustador. Sempre tenho medo de querer comer mais. Além disso, tem bastante açúcar. Ainda tenho problemas com o açúcar, apesar de estar trabalhando nisso com o tempo. Planejei comer só uma, mas estava tão gostoso que comi duas. Minha irmã me encorajou a comer outra, então comi. Isso causou sentimentos mistos, mas fiquei feliz por me desafiar. No dia seguinte, foi aniversá...

Sobre os últimos dias (ou meses)

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Olá a todos. Em primeiro lugar, muito obrigada por todas as pessoas que leram meu último post. Eu não esperava tantas leituras, em especial porque faz menos de duas semanas desde que escrevi. Isso é um choque. Mas não sei se perceberam: eu não disse nada sobre como a recuperação está em relação à comida. Então, gostaria de escrever sobre isso agora. Algum tempo atrás, eu comecei a perder peso mais uma vez. Comecei a cair daquele ponto e, agora, não estou bem. Apesar de ter tentado, não sei qual foi o gatilho. Minha equipe está preocupada. Isso causou muitas sessões de terapia difíceis e minha nutricionista tentou jeitos diferentes de me ajudar, mas nada parece funcionar. Não estou feliz com isso. No último dia no hospital, prometi à psicóloga que tudo ficaria bem. Disse que funcionaria. Minha nutricionista preparou um plano de refeição detalhado e disse ao meu pai que eles deveriam ficar responsáveis por preparar minha comida e ter certeza de que eu comi. Mas as co...

Pensamentos suicidas, consultas e mudanças

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Esta é uma atualização geral, como eu sei que tenho agido estranho recentemente e as coisas ficaram fora de controle. Apenas alguns posts atrás, eu disse que a anorexia não era mais o maior problema na minha vida, e eu realmente me sentia assim, mas as coisas durante a recuperação acontecem tão depressa. A anorexia não é a questão principal agora, mas ainda está aqui, ainda grita, e ainda afeta como eu sou e lido com as coisas. Hoje, fui ao hospital, como em todas as terças-feiras, mas o dia foi mais ocupado do que o habitual. Eu vi minha terapeuta duas vezes, a psiquiatra, a endocrinologista e também a minha agora ex-nutricionista. Ela está deixando o trabalho e hoje foi uma despedida, mas espero vê-la novamente um dia. Ela é realmente um dos meus seres humanos favoritos e tem uma maneira tão doce de me confortar. Vou sentir falta dela, mas vou continuar acompanhando o trabalho pela página  dela. Como ela disse, a vantagem é que agora podemos ser amigas, em vez d...

Work In Progress: Recuperação e "Get Hurt"

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Os efeitos do ataque de pânico que eu tive na noite de quinta-feira, e ontem à noite estão pesando em mim. Sinto que não há nada a fazer além de dormir até que o intenso sentimento de fracasso e solidão suma. No entanto, eu sei que dormir não vai resolvê-lo (provavelmente), e que eu estou ativamente indo contra o que faria isso parar: depois do episódio na noite de quinta-feira/sexta-feira de manhã, mas principalmente depois do que aconteceu ontem à noite (a realização de que a realidade não aconteceu da maneira que me lembro, o que me levou a pensar - de novo - que sou uma mentirosa compulsiva que não merece nada de bom), estive evitando pessoas e parei de comer outra vez. Hoje, meus pais me encurralaram na cozinha para me fazer almoçar. Não tinha comido nada consistente desde sexta-feira, e ainda assim fiz exercícios no início desta manhã. A consequência foi tontura, palidez, péssimo humor, incoerência na fala, pensamentos constantes sobre comida, um sabor perma...

Voltando aos trilhos após uma recaída

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Bem... o último mês foi extremamente difícil. Não é segredo para ninguém que eu lutei muito com minhas refeições e com pensamentos e comportamentos doentes, mas a verdade é que eu tenho desacelerado meu progresso e meio que andado para trás desde a metade de novembro ou algo assim. Eu ainda não sei como começou, mas sei como ficou pior. Pensei muito sobre desistir e abandonar o tratamento, sobre sentir falta do meu "corpo antigo" e o orgulho que sentia quando "conquistava" um quadro mais severo. Sim, eu tenho recaído. Tenho tido impulsos para ir contra a minha recuperação, para fazer coisas que vão me levar de volta ao estágio inicial. Senti como se a única solução para sair da "armadilha" em que estou fosse perder todo o peso outra vez e aceitar a viver uma vida assim. Afinal de contas, eu penso, outras garotas estão pior que eu. Tenho sentido essa inveja estranha e desconfortável quando vejo garotas que continuam nadando contra a recuperação, q...